domingo, 4 de julho de 2010

"Na Bíblia a homossexualidade é uma prática abominável", diz líder religioso de Marina Silva

 

Candidata à presidência da República, a senadora Marina Silva é declaradamente evangélica. Em seus discursos, defende sua religião e seus princípios éticos. Dentre eles, o de ser contra ao casamento gay.
Frequentadora da Assembleia de Deus, Marina tem como líder religioso o pastor Sóstenes Apolos da Silva, da igreja em Brasília, que, em entrevista à revista "Época", falou sobre a postura de Marina com relação à união civil gay.


Segundo o pastor, assim como os membros da Assembleia de Deus, Marina segue a posição da Bíblia, que é contra qualquer prática homossexual. "Nós nos orientamos por ela [Bíblia]. A Bíblia considera errada a homossexualidade. E muito errada. Chama isso de prática abominável aos olhos de Deus. Então nós temos de ser coerentes. Ou cremos na Bíblia ou não cremos", disse.
Sóstenes declarou ainda que, "apesar de muitas pessoas deixarem de votar nela" devido a sua postura contra a união civil entre homossexuais, "a postura dos outros candidatos é a mesma".
Sobre o aborto, na qual Marina é a favor de plebiscito, o pastor afirmou que o papel dos cristãos "é convencer as pessoas daquilo que é certo, mas não obrigar". "Se consultar o povo sobre o aborto e o povo quiser, Deus vai lamentar, mas o governante tem de respeitar".

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pastor evangélico Silas Malafaia compara união gay à zoofilia e necrofilia

 

Ontem, durante uma audiência pública na Câmara dos Deputados para discutir o Estatuto das Famílias, o pastor evangélico Silas Malafaia, membro da Assembleia de Deus, manifestou-se contra a união entre pessoas do mesmo sexo e a adoção por casais gays. As informações são do jornal Folha de São Paulo.


Tais questões foram retiradas do projeto atual do estatuto em análise pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). No entanto, há uma corrente dos defensores da união homoafetiva para que o tema volte ao documento.
Porém, Silas Malafaia discorda dessa inclusão e afirma que "não é qualquer prática social que deve ser incluída na legislação, como a liberação das drogas e a união entre pessoas do mesmo sexo". O pastor foi ainda mais longe e comparou a relação homossexual com a zoofilia e necrofilia.
"Vamos colocar na lei tudo o que se imaginar. Quem tem relação com cachorro, vamos botar na lei. Eu vou apelar aqui. É um comportamento, ué, vamos aceitar. Quem tem relação com cadáver, é um comportamento, vamos botar na lei", disse o pastor.

domingo, 25 de abril de 2010

Uganda tem projeto que pode condenar gays à pena de morte

 

Muitos gays já foram xingados e até atacados e são obrigados a viver quase que clandestinamente num país que não reconhece o homossexualismo como direito humano.

Enquanto em diversos lugares do mundo os homossexuais vêm conquistando direitos como casar e adotar crianças, na África mais de 30 países consideram crime ser gay. Um desses países é Uganda. Por lá, a lei está prestes a ficar ainda mais severa. Um projeto que será votado agora em maio quer incluir pena de morte entre as punições aos homossexuais.
Em Uganda, no leste da África, um homem é considerado um fora da lei. O crime dele? Ser homossexual assumido. “Eu acordo todo dia sem saber o que vai acontecer comigo”, diz Frank Mugisha, de 28 anos, um dos líderes do movimento gay no país.
Entrevistá-lo não foi nada fácil. Mugisha tinha medo do local do encontro. A equipe de produção do Fantástico teve de convencê-lo de que a reportagem não era uma armadilha. Tanto medo tem motivo: um projeto de lei polêmico, que deve ser votado até o fim de maio, está provocando uma forte perseguição aos gays em Uganda.
“Se você declarar que é gay, se fizer isso em público, deve ser retirado das ruas e ser preso, porque a homossexualidade é crime”, diz David Bahati, deputado de 36 anos e autor do projeto.
O simples fato de se declarar gay poderá levar à prisão perpétua. O projeto também defende que parentes e vizinhos denunciem quem for homossexual, sob pena de também serem presos. E há até pena de morte prevista, no caso de um adulto tentar seduzir um menor do mesmo sexo.
Para Bahati, distribuir panfletos próximo a escolas alertando sobre a Aids já deve ser considerado uma tentativa de aliciamento. “Aqui homem dormir com homem é um tabu. É pecado. É tão horrível quanto roubar”, afirma o deputado.
Hoje o homossexualismo já é crime em Uganda, mas só há prisão em caso de flagrante. Pelo novo projeto, basta alguém acusar uma pessoa de ser gay. O ministro da Ética e Integridade, James Obuturo, que cuida da tramitação da lei no Parlamento, apoia o projeto.
“Do ponto de vista da nossa cultura e da nossa espiritualidade, o homossexualismo é algo abominável”, acredita o ministro.
A maioria da população de Uganda concorda com o governo. Em fevereiro, cerca de 25 mil pessoas foram às ruas manifestar aprovação à lei anti-gay. Para um homossexual andar pelas ruas em Uganda se tornou perigoso. Muitos gays já foram xingados e até atacados. Eles são obrigados a viver quase que clandestinamente.
Frank Mugisha conta que é obrigado a mudar de casa constantemente e que evita certos lugares para não sofrer ataques verbais ou até físicos. Warry Sssenfuka, outra ativista, também tem medo de andar pelas ruas. Mesmo assim, ela carrega o símbolo do movimento gay no pulso e faz questão de usar calças compridas.
“Aqui mulher tem que andar de vestido, mas eu não quero usar vestido. Gosto de me vestir assim. Por isso, é fácil as pessoas me apontarem na rua e dizerem: ‘Ah, ela é gay’”, diz Warry Sssenfuka, de 28 anos.
Warry se formou em telecomunicações, mas jamais conseguiu emprego no setor por preconceito. Ela trabalha em uma organização não-governamental que faz campanha de prevenção a Aids e luta pelos direitos dos homossexuais. Se a lei for aprovada, o local passará a ser ilegal e terá de fechar as portas. O escritório fica em um bairro residencial. Por segurança, não há nada do lado de fora que indique que se trata de uma ONG.
Um milhão de pessoas tem o vírus HIV em Uganda. A estatística mais recente é de 2008, ano em que 91 mil pessoas morreram no país em consequência da Aids. ONGs como a de Warry trabalham para tentar evitar que a epidemia aumente, mas são vistas pelo governo como promotoras do homossexualismo.
“Gays têm três vezes mais chance de pegar o HIV. Por isso, combater o homossexualismo é combater a Aids”, defende o deputado David Bahati.
Nos últimos meses, a pressão internacional para que o projeto não seja votado aumentou. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que a lei é abominável.
“Aqui nós não reconhecemos o homossexualismo como um direito humano. Pode ser assim no Brasil ou na América. Mas o que é bom para esses países pode não ser bom para Uganda”, afirmou o deputado.
Não há lugar mais perigoso e pior para um homossexual viver do que o continente africano.
Em mais de 30 países da África, o homossexualismo é crime, com penas que variam desde multa equivalente a R$ 300 até a prisão perpétua. A exceção é a África do Sul, país da Copa. Desde 2006, lá é permitido o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Já no Sudão, na Mauritânia e em algumas partes da Somália e da Nigéria, a punição para gays é a pena de morte.
Christopher Senyonjo, ex-bispo da Igreja Anglicana em Kampala, luta para que Uganda não seja o quinto país a entrar na lista . “Não podemos condenar o amor, porque esse amor é diferente. Não podemos compará-lo a crimes. É difícil aceitar e entender o que eles propõem”, defende o ex-bispo.
Por defender os gays, Christopher Senyonjo foi afastado da Igreja Anglicana e não pode mais pregar. Se a lei for aprovada, a caçada aos gays será ainda mais implacável em Uganda. “Eu serei uma das últimas a permanecer de pé. Vou até o fim”, diz Warry Sssenfuka. “Eu vou ficar até não dar mais”, afirma Frank Mugisha.

Fonte: globo.com

Madonna posa de decote ao lado de adolescente para campanha

madonna

Depois de posar como dona de casa para a coleção feminina da grife Dolce & Gabanna, Madonna apareceu usando um belo decote ao lado de um adolescente para as fotos de nova coleção masculina da grife. As fotos, feitas no bairro do Harlem, em Nova York, vazaram esta semana na imprensa.
No ensaio, o rapaz aparece com algumas sacolas com frutas e verduras, como se tivessem acabado de sair de um supermercado. Madonna usa um tubinho preto, que ressaltou toda sua ótima forma física, e o rapaz aparece elegante com terno e gravata.
Durante um momento de descontração, Madonna ainda foi clicada tomando uma água de coco brasileira.

madonna coco

Fonte: www.acapa.com.br

Ex-BBB Cadu evita associar sua imagem ao público gay

O mundo dá voltas. Depois de tentar até vaga em seriado gay e ser capa de revista GLS, o ex-BBB Cadu agora está evitando associar sua imagem ao público gay.
O personal trainer vem recusando inúmeros convites relacionados à comunidade LGBT, como presença VIP em boates, convite para posar nu e até tirar fotos ao lado de Serginho, do qual vem mantendo certa distância.
De acordo com a jornalista Fabíola Reipert, Cadu não admite nada disso. Mas fotos suas sem camisa e de sunga também estão sendo negadas. Tudo leva a crer que essa postura  é uma forma de acabar de vez com os boatos quanto a sua sexualidade, que surgiram quando Cadu ainda estava na casa do Big Brother Brasil 10.
Até o suposto beijo em Lia, durante show de Ivete Sangalo, vem sendo apontado como jogada de marketing.

Fonte: www.acapa.com.br